A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição que encerra a escala 6×1 abre uma nova frente de custos para o setor de saúde. A regra prevê redução gradual da jornada semanal, de 44 para 42 horas a partir de meados de dezembro de 2026 e para 40 horas um ano depois, além de dois dias de descanso por semana, sem redução salarial.
A mudança tende a afetar hospitais, laboratórios, operadoras de planos de saúde e empresas de diagnóstico, segmentos que dependem de equipes numerosas e de operação ininterrupta.
Segundo análise dos especialistas do Banco Safra, o impacto final dependerá da capacidade de cada companhia para reorganizar turnos, negociar contratos e repassar parte das despesas.
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