A saúde suplementar no Brasil está ficando mais cara, mais complexa e cada vez mais difícil de sustentar, especialmente para quem, na prática, financia o sistema: as empresas. O país tem hoje mais de 53 milhões de beneficiários de planos de saúde, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgados no final de 2025, formando um dos maiores sistemas privados de saúde do mundo.
Ao mesmo tempo, a incorporação constante de novas tecnologias médicas, medicamentos de alto custo e terapias avançadas aumenta o valor médio dos procedimentos realizados no sistema. Mas há um elemento adicional nesse cenário que muitas vezes passa despercebido: a estrutura de financiamento da saúde suplementar brasileira.
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