A partir de 1º de maio, operadoras de planos de saúde no Brasil passam a operar sob um novo modelo de fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), baseado em atuação preventiva e análise sistemática de indicadores. A mudança encerra uma lógica vigente desde 2006, em que a agência atuava majoritariamente após reclamações dos beneficiários.
Na prática, a ANS passa a cruzar indicadores operacionais, identificar padrões de falha e agir antes que problemas se transformem em volume de queixas. Operadoras com alto Índice Geral de Reclamações (IGR) estarão sujeitas a um regime progressivo de acompanhamento, que inclui medidas de orientação, intervenção e sanção.
“Com o novo modelo, não é mais possível esperar a reclamação chegar para entender onde está o problema. As operadoras precisam ter visibilidade contínua dos seus processos para identificar falhas antes que elas escalem”, afirma Carlos Eduardo Marcondes, diretor de Growth da UpFlux.



