SÃO PAULO, 29 Mai (Reuters) – A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou nesta sexta-feira 5,11% como reajuste máximo anual dos planos de assistência médica individuais e familiares, percentual que analistas afirmaram ter ficado abaixo das expectativas do setor.
De acordo com a ANS, trata-se do menor percentual já definido pela agência, com exceção de 2021, quando houve reajuste negativo em razão da redução do uso dos serviços de saúde durante o período de isolamento social da Covid-19, o que levou à diminuição dos custos das operadoras.
O índice de 5,11% se aplica a cerca de 7,7 milhões de beneficiários, o equivalente a 14,5% dos 52,9 milhões de clientes de planos de assistência médica no Brasil e é válido para os contratos regulamentados firmados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/1998.



