O Brasil vive um dos momentos mais promissores de sua história recente em pesquisa clínica. Depois de anos discutindo como tornar o país mais competitivo na atração de estudos globais, começamos a ver uma combinação rara entre avanço regulatório, capacidade científica instalada e maior maturidade do ecossistema de saúde.
A Lei 14.874/2024, a regulamentação do tema e as novas diretrizes da Anvisa trouxeram mais previsibilidade, prazos mais curtos e alinhamento com práticas internacionais, condições essenciais para que o Brasil deixe de ser apenas um mercado relevante e passe a ser também um protagonista no desenvolvimento de novas terapias.



