Plano de saúde: contratação baseada apenas no menor preço pode causar prejuízos

Especialista alerta que decisões baseadas apenas na mensalidade podem resultar em coberturas incompatíveis com a realidade da família; orientação técnica tem se tornado decisiva na escolha do plano ideal

O preço ainda é o principal critério utilizado pelos brasileiros na hora de contratar um plano de saúde. Mas especialistas em saúde suplementar alertam que uma decisão baseada exclusivamente no valor da mensalidade pode esconder custos muito maiores no futuro. Coberturas incompatíveis com as necessidades da família, redes credenciadas insuficientes, carências desconhecidas e mecanismos de coparticipação mal compreendidos estão entre os problemas que mais geram frustração entre consumidores.

Em um mercado que reúne mais de 53 milhões de beneficiários, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a escolha de um plano exige uma análise cuidadosa de fatores técnicos que vão muito além do preço. A própria agência orienta que o consumidor avalie a cobertura assistencial, a abrangência geográfica, a rede credenciada, as regras de carência, os reajustes, o modelo de contratação e a situação da operadora antes da assinatura do contrato.

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