Atualmente, conta com 4,4 bilhões de registros acessíveis a pacientes, médicos e gestores de saúde. A iniciativa é resultado da cooperação entre o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e foi formalizada como base da política nacional de dados em saúde instituída pelo Decreto 12.560/2025.
Segundo a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, a RNDS passou a funcionar como um espaço de governança de dados, estruturado para reunir um conjunto mínimo de informações clínicas padronizadas e garantir a continuidade do cuidado. “Esse conjunto mínimo de dados é validado por vários atores que trabalham nesse processo e transformado num modelo informacional. Com isso, é possível levar para a plataforma da RNDS dados numa mesma linguagem”, explicou em entrevista ao Anuário da Saúde.
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