O Brasil tem uma das maiores coberturas de saúde suplementar da América Latina. São mais de 50 milhões de beneficiários ativos, um mercado bilionário, regulado, fiscalizado e permanentemente litigado. E, ainda assim, consolidou-se um paradoxo que define a lógica do setor: o sistema paga caro para tratar o que custaria pouco para prevenir.
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