Judicialização: impactos à sustentabilidade das operadoras

A judicialização na saúde suplementar tem se consolidado como um dos temas mais desafiadores para o setor no Brasil, extrapolando o campo estritamente jurídico e impactando diretamente a sustentabilidade econômica e a governança das operadoras de planos de saúde. Não se trata apenas de litígios pontuais, mas de uma tendência estrutural que impõe pressões crescentes sobre custos, previsibilidade atuarial e relacionamento com beneficiários.

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indicam que, apenas no primeiro semestre de 2025, foram registrados 156.482 novos processos relacionados à saúde suplementar, representando um aumento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. As demandas mais recorrentes envolvem negativas de cobertura para tratamentos, medicamentos e reajustes contratuais – situações que, em muitos casos, refletem falhas de comunicação ou fragilidades nos processos internos de decisão clínica e contratual.

Leia mais em https://medicinasa.com.br/judicializacao-sustentabilidade/

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