Ampliar rol da ANS sem análise econômica pode onerar planos, diz diretora

A incorporação de novas tecnologias à saúde suplementar exige equilíbrio entre inovação e sustentabilidade do sistema. Em entrevista à TV Migalhas durante a 3ª edição da Agenda Jurídica do Mercado Segurado da CNseg, Lenise Secchin, diretora de Normas e Habilitação de Produtos na ANS, explicou que a ampliação do hall de procedimentos precisa considerar tanto o avanço científico quanto o impacto financeiro para evitar pressão sobre as mensalidades dos planos.

“Quando a gente fala em incorporação de tecnologia em saúde, eu tenho que olhar todo o aspecto científico do procedimento, do medicamento, seja o que for que vai ser incorporado, mas eu também tenho que olhar o aspecto econômico.”

Nesse contexto, Lenise destacou que o papel regulatório da ANS é justamente equilibrar a adoção de novas tecnologias com a sustentabilidade do sistema.

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