O setor de saúde brasileiro chega em 2026 após um ciclo de aceleração tecnológica que marcou os últimos anos. A pesquisa TIC Saúde 2024 mostrou que ferramentas de inteligência artificial já fazem parte do cotidiano clínico: 17% dos médicos no Brasil utilizam IA generativa em suas rotinas, enquanto entre enfermeiros o índice chega a 16%. O movimento se intensifica à medida que instituições públicas e privadas adotam soluções digitais para diagnóstico, automação de processos, triagem assistencial e gestão de agendas, impulsionando uma nova forma de operar o cuidado.
Esse avanço não ocorre apenas no setor privado: no primeiro semestre de 2025, o Ministério da Saúde incorporou 28 novas tecnologias ao SUS — entre medicamentos, dispositivos médicos e procedimentos. Trata-se do maior volume de incorporações em sete anos, segundo dados da Conitec. O recorte demonstra que a inovação no país não está restrita ao mercado e às healthtechs, mas influencia diretamente a política pública de acesso à saúde, e amplia o repertório de soluções disponíveis ao cidadão.
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