Saúde suplementar enfrenta 2026 com desafios e oportunidades

O setor de saúde suplementar brasileiro se prepara para um ano desafiador em 2026, mas também com oportunidades de avanços significativos para os 53 milhões de beneficiários. Para a FenaSaúde, a recuperação recente das operadoras, após anos de resultados negativos no período pós-pandemia, precisa ser analisada com cautela, considerando a preponderância dos resultados financeiros no desempenho total e as desigualdades estruturais que ainda afetam, principalmente, pequenas operadoras em cidades menores do Norte e Nordeste.

Entre 2021 e 2023, as despesas do setor superaram as receitas em mais de R$ 17 bilhões, deixando cicatrizes profundas. Apesar dos sinais de retomada, o lucro líquido das operadoras médico-hospitalares registrou variação negativa de 14,1% em relação ao trimestre anterior, passando de R$ 5,5 bilhões para R$ 4,8 bilhões.

Merece atenção o fato de que o lucro líquido do terceiro trimestre de 2025 teve contribuição do resultado operacional, que somou R$ 2,0 bilhões, mas principalmente do resultado financeiro, que alcançou R$ 4,2 bilhões. Esse desempenho está fortemente relacionado ao cenário macroeconômico, no qual a taxa básica de juros da economia, a Selic, se mantém em patamares elevados.

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