A judicialização da saúde não é fenômeno novo no Brasil, mas ganhou contornos ainda mais sensíveis quando envolve crianças em situação de urgência. Em internações pediátricas, exames diagnósticos rápidos e precisos são determinantes para o sucesso terapêutico. Entre eles, destacam-se os painéis virais, testes moleculares e exames avançados indispensáveis para a identificação ágil de patologias graves.
Apesar disso, planos de saúde frequentemente negam cobertura sob argumentos burocráticos, limitações contratuais ou suposta ausência no Rol de Procedimentos da ANS. Essas negativas geram atrasos no tratamento, aumentam riscos clínicos e impõem às famílias custos que muitas vezes não podem ser assumidos. Esse cenário impõe reflexão sobre a amplitude da obrigação dos planos de saúde e o papel do Poder Judiciário na garantia do direito fundamental à saúde.
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