A inteligência artificial pode ganhar espaço na saúde suplementar, mas não deve substituir seres humanos em decisões que afetem diretamente os pacientes, como a autorização ou negativa de procedimentos. A avaliação é do diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Nemer Damous Filho, em entrevista à CNN Brasil durante o Arvo Summit, realizado em São Paulo.



