Caminho para sistema de saúde sustentável passa por acesso, ciência e novas parcerias

O debate sobre a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro, tanto no SUS (Sistema Único de Saúde) quanto na saúde suplementar, frequentemente se concentra no custo imediato, em detrimento do valor da nova tecnologia.

Gestores enfrentam orçamentos severamente limitados, pressionados por regras fiscais rígidas, enquanto atravessamos uma transição demográfica sem precedentes. As projeções do IBGE para o ano de 2026 apontam que a população idosa no Brasil já ultrapassa a marca de 35 milhões de pessoas. Por trás de cada estatística, existem histórias de vida e pacientes que dependem de cuidado. Diante do envelhecimento acelerado e do avanço de doenças crônicas, devemos planejar o futuro da saúde com foco em investimento estrutural e impacto real na vida das pessoas.

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