O avanço do número de beneficiários deixou de ser garantia de maior rentabilidade para as operadoras de planos de saúde, diante da escalada dos custos assistenciais e da necessidade de acompanhar com mais eficiência a jornada dos pacientes. A avaliação é do médico Pedro Batista, notável do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, ao apontar a integração de dados e a inteligência artificial como ferramentas importantes para equilibrar essa conta.
Batista destacou que as principais operadoras ampliaram suas carteiras nos últimos anos, mas passaram a administrar uma estrutura assistencial mais complexa. “As cinco maiores cresceram em número de vidas nos últimos quatro, cinco anos. Porém, isso também trouxe mais responsabilidade e mais complicações técnicas para poder deixar esse mercado em controle”, afirmou.



