A medicina nuclear permite diagnosticar doenças precocemente, definir tratamentos com maior precisão e oferecer terapias altamente eficazes, especialmente nas áreas da oncologia, cardiologia e neurologia. Mais do que uma tecnologia avançada, trata-se de uma ferramenta capaz de salvar vidas, reduzir custos ao sistema de saúde e melhorar a qualidade de vida da população.
O Brasil vive uma profunda transição demográfica. Em 1940, a expectativa de vida era de apenas 39 anos. Hoje, alcança 75,5 anos e deverá aproximar-se de 80 anos até 2040. Em 2030, teremos mais idosos do que crianças. Como consequência, crescerá a incidência de doenças crônicas, principalmente câncer, doenças cardiovasculares e demências, justamente aquelas em que a medicina nuclear possui papel fundamental.



