Guias do setor destacam cobertura mundial, preço, experiência de uso, previsibilidade de reajustes e custo em categorias premium como os principais fatores para o aumento das comparações entre planos de saúde.
A comparação entre planos de saúde internacionais e planos nacionais tem ganhado espaço em guias de orientação ao consumidor no Brasil, impulsionada pelo aumento das despesas de brasileiros em viagens ao exterior. Em 2025, esses gastos somaram US$ 21,715 bilhões, segundo dados do Banco Central divulgados em balanço das contas externas e repercutidos pela Agência Brasil. Nesse cenário, viajantes frequentes, expatriados e famílias passaram a avaliar com mais atenção as diferenças de cobertura fora do país, regras de reembolso e previsibilidade de custos ao comparar alternativas.
No recorte regulatório, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) orienta que o consumidor verifique no contrato a área geográfica de cobertura do plano, que pode variar de municipal a nacional. Para planos individuais e familiares, a própria ANS definiu teto de reajuste anual até abril de 2026, um parâmetro usado como referência em discussões sobre previsibilidade de preço. A partir desses critérios, conteúdos comparativos passaram a destacar também o custo total anual e a experiência de uso (atendimento direto, gestão digital e reembolso) como pontos centrais na decisão.



