Pequenas empresas enfrentam reajuste sem poder de negociação no plano de saúde por conta do pool de risco, explica Elton Fernandes, advogado especialista em Direito da Saúde Suplementar

Muitos donos de pequenas empresas contratam plano de saúde para os funcionários, acreditando que, por se tratar de um contrato coletivo, terão alguma margem de negociação sobre o valor cobrado a cada reajuste. Na prática, para contratos com até 29 vidas, essa margem costuma ser inexistente: aplica-se o pool de risco, mecanismo regulatório que agrupa diversas micro e pequenas empresas em um único cálculo de sinistralidade, definindo o mesmo percentual de aumento para todo o conjunto.

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