Muitos donos de pequenas empresas contratam plano de saúde para os funcionários, acreditando que, por se tratar de um contrato coletivo, terão alguma margem de negociação sobre o valor cobrado a cada reajuste. Na prática, para contratos com até 29 vidas, essa margem costuma ser inexistente: aplica-se o pool de risco, mecanismo regulatório que agrupa diversas micro e pequenas empresas em um único cálculo de sinistralidade, definindo o mesmo percentual de aumento para todo o conjunto.



