Inflação, reajustes insuficientes e dívidas expõem fragilidade da saúde suplementar

O avanço da inflação médico-hospitalar, aliado a reajustes insuficientes dos planos de saúde, tem colocado a rede hospitalar privada sob forte pressão financeira e exposto fragilidades estruturais do modelo da saúde suplementar no Brasil. Embora crises pontuais de operadoras ganhem destaque, é dentro dos hospitais que a conta do sistema acaba estourando, comprometendo a capacidade de investimento, manutenção de serviços e ampliação de leitos.

Casos recentes, como o da Unimed Ferj, que enfrenta um elevado volume de dívidas e negociações complexas com prestadores, evidenciam um problema que vai além de uma única operadora. Para o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Município do Rio de Janeiro (SindhRio), essas situações funcionam como um alerta sobre o desequilíbrio entre custos assistenciais crescentes e a remuneração praticada no setor. “A crise aparece na operadora, mas o impacto mais profundo recai sobre os hospitais. Somos nós que mantemos o atendimento funcionando, mesmo diante de atrasos, contratos defasados e custos que crescem muito acima dos reajustes autorizados”, afirma Guilherme Jaccoud, presidente do SindhRio.

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