Plano de saúde: escolha exige atenção na cobertura e impacto no bem-estar

O mercado brasileiro de planos de saúde atravessa, em janeiro de 2026, um período de ajustes estruturais marcado por custos assistenciais elevados, redes mais segmentadas e contratos mais complexos. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)indicam que o setor atende cerca de 51 milhões de beneficiários, número estável após anos de crescimento irregular e cancelamentos motivados por reajustes acima da renda das famílias.  Por esse motivo, escolher um plano de saúde tornou-se uma decisão que vai além do valor da mensalidade e passa a exigir análise cuidadosa de coberturas, regras contratuais e acesso real aos serviços.

Leandro Lago,  especialista em proteção de riscos financeiros e proprietário do Grupo Futuro,  afirma que boa parte das frustrações dos usuários decorre de escolhas feitas com base apenas no preço. “O plano mais barato nem sempre é o mais acessível na prática. Limitações de rede, coparticipações elevadas e cláusulas pouco compreendidas acabam restringindo o uso justamente quando o cuidado é necessário”, diz.

Nos últimos anos, mudanças regulatórias e econômicas alteraram a dinâmica do setor. Operadoras ampliaram modelos com coparticipação e franquias para conter despesas, enquanto reduziram redes credenciadas em determinadas regiões, além da restrição e redução dos reembolsos. Relatórios recentes da ANS mostram que a sinistralidade permanece elevada, pressionando reajustes e incentivando contratos mais rígidos. Para o consumidor, isso significa a necessidade de avaliar não apenas hospitais e laboratórios disponíveis, mas também prazos de carência, regras de reembolso e exclusões previstas em contrato.

Leia mais em https://monitormercantil.com.br/plano-de-saude-escolha-exige-atencao-na-cobertura-e-impacto-no-bem-estar/

Facebook
Twitter
LinkedIn
Email
WhatsApp

Comentário