Bradesco Saúde adota novo modelo de coparticipação

Com foco no SPG, novidade proporciona mais previsibilidade, transparência e economia, para que mais companhias possam oferecer o benefício a seus funcionários

A Bradesco Saúde apresenta ao mercado seu novo modelo de coparticipação em procedimentos médico-hospitalares para planos da categoria SPG (Seguro para Grupos de três a 199 pessoas).

O novo modelo contribui para tornar os planos ainda mais acessíveis. As mudanças proporcionam aos beneficiários e às empresas mais transparência e previsibilidade de custos. Também podem representar uma economia de até 18% para as empresas-cliente em relação aos planos que não oferecem a modalidade, além de estimular o uso mais consciente e adequado.

Para a categoria SPG, o percentual de coparticipação passa a ser de 30%, limitado a um valor fixo por procedimento. Também é possível que uma mesma apólice SPG tenha planos com e sem coparticipação, proporcionando ainda mais flexibilidade ao cliente.

Empresas com 200 pessoas ou mais, que já têm a possibilidade de personalização do plano, ganham mais opções. Em relação aos grupos de procedimentos, o novo modelo amplia a lista já existente para ambos os segmentos.

Cristiana Vidigal

“O novo modelo de coparticipação da Bradesco Saúde proporciona mais previsibilidade para empresas e beneficiários. Essa mudança torna nossos planos ainda mais competitivos e acessíveis, permitindo que mais pessoas possam contar com os cuidados assistenciais da nossa ampla rede de médicos, clínicas, hospitais e laboratórios”, destaca Cristiana Vidigal, superintendente executiva da Bradesco Saúde.

O modelo de coparticipação na oferta do benefício do plano de saúde vem sendo cada vez mais adotado pelas empresas contratantes. De acordo com pesquisa realizada pela Aliança de Saúde Ocupacional (Asap) em parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) — da qual participaram grandes, médias e pequenas companhias, nacionais e internacionais –, o índice de empresas que adotam o modelo coparticipativo cresceu 13 pontos percentuais entre os anos de 2017 e 2020, passando de 59% para 72%.

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